domingo, 12 de outubro de 2014
quarta-feira, 9 de abril de 2014
domingo, 23 de março de 2014
Tenho um respeito enorme pelas mães separadas, especialmente na fase de separação.
Hoje pensava que se já é tão difícil separarmos-nos de alguém com quem partilhamos uma história e que tantas vezes ainda amamos, separarmos-nos do pai dos nossos filhos será uma coisa muitíssimo difícil. Não são só dois adultos que se estão a separar, são duas pessoas ligadas para sempre através daquele ser directamente ligado a cada um deles e que os sentimentos de culpa que já advêm de deixar uma pessoa que nos diz tanto, serão incomensuravelmente maiores por desiquilibrar para sempre a vida daquele que não escolheu nada, desde mesmo a sua própria existência.
Hoje pensava que é uma ferida enorme a de uma separação com filhos e que tenho muita estima pelas mães que conseguem fazê-lo ainda que destruídas por dentro, com uma paciência infinita para com eles e que os metem em 1o lugar em todas as suas escalas de prioridades.
Parabéns cheios de força!
domingo, 16 de março de 2014
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Estou zangada. SIM, z.a.n.g.a.d.a!
Zangada comigo, contigo, com ele, ela, com o mundo e até com quem já não é!
Estou zangada até com esta zanga que me bloqueia o peito e faz doer; que me aprisiona os sonhos e que não me deixa dançar.
Zangada com o rumo que a vida leva e com o vento que não me parece querer mudar, para mim, para nós...
Queria já ser mãe e viver numa casa e ter uma profissão e viver ao pé da minha avó e olhar para quem amo e sorrir por ver sorrir de serenidade.
Eu sei que se pode e há tantos que conseguem mesmo com tanto cinzento em redor; eu hoje não.
Por isso estou zangadamente triste.
Zangada comigo, contigo, com ele, ela, com o mundo e até com quem já não é!
Estou zangada até com esta zanga que me bloqueia o peito e faz doer; que me aprisiona os sonhos e que não me deixa dançar.
Zangada com o rumo que a vida leva e com o vento que não me parece querer mudar, para mim, para nós...
Queria já ser mãe e viver numa casa e ter uma profissão e viver ao pé da minha avó e olhar para quem amo e sorrir por ver sorrir de serenidade.
Eu sei que se pode e há tantos que conseguem mesmo com tanto cinzento em redor; eu hoje não.
Por isso estou zangadamente triste.
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